quarta-feira, 15 de maio de 2013

A História da Galinha Vermelha


A história da galinha vermelha que achou alguns grãos de trigo e disse a
seus vizinhos:
- Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a
plantá-lo?
- Eu não. Disse a vaca.
- Nem eu, emendou o pato.
- Eu também não, falou o porco.
- Eu muito menos, completou o ganso.
- Então eu mesma planto, disse a galinha vermelha.
E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados.
- Quem vai me ajudar a colher o trigo?’ Quis saber a galinha.
- Eu não, disse o pato.
- Não faz parte de minhas funções, disse o porco.
- Não depois de tantos anos de serviço, exclamou a vaca.
- Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego, disse o ganso.
- Então eu mesma colho. Falou a galinha, e colheu o trigo ela mesma.
Finalmente, chegou a hora de preparar o pão.
- Quem vai me ajudar a assar o pão? Indagou a galinha vermelha.
- Só se me pagarem hora extra, falou a vaca.
- Eu não posso por em risco meu auxílio-doença, emendou o pato.
- Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão, disse o porco.
- Caso só eu ajude, é discriminação, resmungou o ganso.
- Então eu mesma faço, exclamou a pequena galinha vermelha.
Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem
ver.
De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha
simplesmente disse:
- Não, eu vou comer os cinco pães sozinha.
- Lucros excessivos!. Gritou a vaca.
- Sanguessuga capitalista! . Exclamou o pato.
- Eu exijo direitos iguais! Bradou o ganso.
O porco, esse só grunhiu.
Eles pintaram faixas e cartazes dizendo ‘Injustiça’ e marcharam em
protesto contra a galinha, gritando obscenidades. Quando um agente do
governo chegou, disse à galinhazinha vermelha:
- Você não pode ser assim egoísta…
- Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor. Defendeu-se a galinha.
- Exatamente. Disse o funcionário do governo. Essa é a beleza da livre
empresa.. Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser, mas sob
nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais
produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem
nada.
A galinha distribuiu os pães aos animais e todos ficaram felizes, inclusive a pequena galinha vermelha, que sorriu e cacarejou:
- Eu estou grata, eu estou grata.
Mas os vizinhos sempre se perguntavam por que a galinha nunca mais fez absolutamente nada, nem mesmo um pão…

Na história uma galinha e animais... um pouco engraçado mas....Será que não tem um pouco de coincidência com os governos atuais?

Reflitamos...


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Ganso Africano

Espécie elegante, protetora, territorial e familiar...


Casal de gansos africanos.

O Ganso Sinaleiro Africano é o resultado do cruzamento do Ganso Toulouse com o Ganso Chinês. É considerado uma das mais belas raças e criado para fins de ornamentação e guarda em residências tendo em vista que qualquer barulho ou presença de pessoa estranha ele dá sinal e corre atrás para defender seu bando e seu território, por isso o nome sinaleiro. 
Sua coloração é cinza-claro com uma risca quase preta desde a cabeça até as espáduas, podendo variar com o branco e pintados. O bico, com uma espécie de chifre grosso e sem ponta, é preto.

Vivem cerca de dezoito anos, atingindo sua maturidade sexual no primeiro ano. O macho aceita várias fêmeas e cada uma delas coloca entre 40 e 60 ovos no período de julho a dezembro. O período de incubação é em torno de 35 dias. A partir dos oito meses e até os oito anos de vida, os gansos estão aptos a procriar. Em geral, no primeiro ano, botam de 15 a 25 ovos, quantidade que pode se elevar no ano seguinte. O período de reprodução se concentra nos meses entre julho e dezembro, dependendo da região, com postura de um ovo a cada dois dias por ave. No Brasil os gansos são criados principalmente como aves ornamentais. São rústicos, adoecem pouco e vivem muito.

Dimorfismo Sexual

A diferença sexual dessa espécie pode ser notada através do "chifre" e do andar. O chifre do macho é geralmente maior do que o da fêmea, que por muitas vezes nem possui. Já o andar do macho também pode ser observado, sendo desde a juventude mais ereto do que a fêmea  mostrando toda sua autoridade em seu território. Nos primeiros meses de vida a diferenciação é quase impossível, podendo ser feita por especialista em caso de grandes necessidade.
Fêmea de coloração branca


Choco

Na fase de reprodução a fêmea busca um lugar geralmente escondido, ao abrigo do sol, chuva e de predadores. A mesma o forra com galhetos e materiais disponíveis o ninho que abrigará em torno de 8 á 13 ovos. Após em entrar em choco a fêmea fica mais agressiva e protetora, ao mesmo tempo que o macho e o resto do bando fica ao redor vigiando possíveis intrusos. Após um período de cerca de 30 a 35 dias os filhotes nascem.  Porém esse instinto materno em fase de choco pode não estar presente em algumas fêmeas, portanto pode-se utilizar para aumentar a criação de gansos outras formas de chocadeiras. Galinhas e peruas são boas opções, aceitam bem os ovos e os filhotes. Alternativas são as chocadeiras elétricas que podem facilitar na criação desta maravilhosa espécie.




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